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Desde os dezesseis

– ainda tenho as mesmas dúvidas –

João do Rio contemporâneo

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(imagem: GDF)

“A rua nasce, como o homem, do soluço, do espasmo”

(A rua – João do Rio)

O dia amanhece cedo no Setor Comercial Sul. Nem sei se amanhece. Ou se dorme. Falo do Setor Comercial Sul, mas poderia ser o centro de quase toda grande cidade. Onde gente engravatada se encontra com mendigo. Mas é claro que nenhum dos dois se olham. Só se vêem ao longe. Um sabe que o outro existe. Mas são dois mundos que só se encontram na incompreensão.

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#leiamulheres e diversidade

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*imagem do blog Confeitaria

Neste ano a FLIP, em sua 14ª edição, homenageou Ana Cristina César, uma autora importante que não possui a projeção e espaço que merece na literatura. Ainda conheço pouco a autora e comprei dois livros por causa do evento: “Poética” e “Crítica e tradução”, ambas as edições da Companhia das Letras. Continuar lendo “#leiamulheres e diversidade”

diário de uma hipocondríaca.

img_post2Não há nada que produza ou estimule mais uma conversa entre estranhos, além das condições climáticas, do que o assunto ‘doenças’. Se você tem medo de médicos ou de qualquer procedimento, realizado por uma pessoa vestida de branco, que seja feito com objetos pontiagudos e cortantes ou se a incógnita das possibilidades que o resultado de um exame deixa você louca – com todos os cenários mais catastróficos – comparecer a consultas médicas pode ser uma tortura.

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sobre os últimos dias

escrever sobre a FLIP depois da FLIP é dos maiores clichês a serem cometidos. falar sobre o quão incrível é estar rodeado de todas aquelas pessoas e daquelas possibilidades chega a doer o peito porque a experiência só vai se repetir – no mínimo – em um ano. e em um ano esquecemos toda essa loucura, esquecemos o quanto tudo isso mexeu com nossa cabeça, o quanto foi importante e o quanto a vida pode ser maravilhosa dentro daquela bolha. Continuar lendo “sobre os últimos dias”

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